Doença de Parkinson: José Mourinho e a app iPrognosis

José Mourinho pergunta-lhe:

“Sabia que usando o seu smartphone, pode contribuir para a investigação sobre a deteção precoce do diagnóstico de Doença de Parkinson?”
Talvez não soubesse… 🙂
O i-Prognosis é um projeto de investigação científica que recolhe dados dos utilizadores de smartphones que permitirão criar um algoritmo que se espera que venha a facilitar o diagnóstico precoce de Doença de Parkinson no futuro.
Este projeto recebeu o reconhecimento público de José Mourinho, que apoia a causa e participa na sua divulgação.

Que dados recolhe a app?

  • Analisa a voz do utilizador enquanto fala ao telefone;
  • Mede o tempo e o nível de pressão realizadas quando o utilizador escreve utilizando o teclado da app;
  • Recolhe dados de localização ao longo do dia;
  • Analisa a expressão facial, através de selfies.
O estudo foi aprovado por um Comité de Ética de todos os países participantes e os dados recolhidos estão armazenados de forma segura na Microsoft Azure Cloud.

Quem pode participar?

Até Abril de 2017, já existiam 749 europeus a utilizar a aplicação, gratuita na Google Play Store. A disponibilização da app na Appstore (iOS) estará disponível em breve.
Podem participar:
  • pessoas com mais de 40 anos;
  • Pessoas que tenham doença de Parkinson;
  • Pessoas que não tenham doença de Parkinson.

As boas notícias?

Portugal é um país participante!
Pode ler o consentimento informado e saber mais, aqui e aqui.
Existem vários tutoriais em formato de vídeo, que explicam como tudo funciona! 🙂
Rita Loureiro,
Terapeuta da Fala
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Doença de Parkinson: é preciso tolerância quanto às diferenças entre as pessoas

No dia 11 de Abril, como em todos os anos, celebrou-se o Dia Mundial da Doença de Parkinson.

Enquanto eu trabalhava – nesse dia trabalhei com sete doentes de Parkinson – foram várias as iniciativas mediáticas de sensibilização sobre esta doença, como acontece todos os anos.

Este ano, faço questão de partilhar uma das melhores campanhas de sensibilização e informação que conheço, e chamo a atenção para as mensagens principais: a necessidade de tolerância quanto às diferenças que todos temos entre nós (quem fala da diferença que a DP traz, fala de outra diferença qualquer) e para a importância de agirmos normalmente perante a diferença.

Conheço muitas pessoas que têm doença de Parkinson, gosto muito delas e empatizo com a dor que têm. A dor de ter uma doença e a “dor social”, da incompreensão das pessoas.

Vamos ser normais e tolerantes?

Vamos, por favor.

Rita Loureiro

Terapeuta da Fala

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